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MORTE DE ANDRÉ GIDE


NOME: André Paul Guillaume Gide (81 anos) 
QUEM FOI: Escritor francês. Recebeu o Nobel de Literatura de 1947. Oriundo de uma família da alta burguesia, foi o fundador da Editora Gallimard e da revista Nouvelle Revue Française. Gide não somente era homossexual assumido, como também falava abertamente em favor dos direitos dos homossexuais, tendo escrito e publicado, entre 1910 e 1924, um livro destinado a combater os preconceitos homofóbicos da sociedade de seu tempo, Corydon (um ensaio socrático que tem por objetivo combater os preconceitos sobre a homossexualidade e a pederastia). Em 1939, publicou o primeiro volume de seu Diário, que cobria os anos de 1889 a 1929. No dia 14 de junho de 1940, aprovou o discurso do marechal Philippe Pétain, mais tarde líder do governo fantoche imposto aos franceses pelos nazistas, período conhecido como a França de Vichy. Rompeu, depois, com Pétain. Em maio de 1942, já incluído no índex do governo de Vichy, liderado pelo marechal, fugiu para a Tunísia num cargueiro. 
NASCIMENTO: 22 de novembro de 1869 - Paris, França. 
MORTE:  19 de fevereiro de 1951 - Paris, França. 
CAUSA DA MORTE: Problemas cárdio-respiratórios. 
OBS: Morreu aos 81 anos, de problemas cárdio-respiratórios, sem ter se reconciliado com o poeta e dramaturgo Paul Claudel, que no passado havia tentado converter Gide ao heterossexualismo. A ruptura entre os dois foi brutal e definitiva. Claudel, porém, pode ter sido o último nome que Gide escreveu em vida. Mauriac, pouco depois da morte do escritor, recebeu um telegrama...do defunto! No pedaço de papel, Gide deixou registrada a seguinte mensagem: “Não existe inferno. Pode se depravar à vontade. Avise Claudel”.

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