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MORTE DE JOÃOZINHO DA GOMEIA


NOME: João Alves de Torres Filho (56 anos) 
QUEM FOI: Sacerdote do Candomblé de angola. Sua família era católica e chegou a ser coroinha da paróquia de sua cidade. Mas o menino parecia realmente já vir predestinado a vivenciar o mundo das tradições religiosas afro-brasileiras, mesmo antes de se iniciar em uma casa de culto. Aos 17, deixou a família e rumou para Salvador, onde fez de tudo para sobreviver. No armazém onde trabalhou, conheceu uma senhora que muito lhe ajudou e que considerava como sua madrinha. Foi ela quem o levou ao terreiro de Severiano Manuel de Abreu, que recebia a entidade conhecida como Caboclo Jubiabá. foi um dos mais importantes e polêmicos divulgadores do Candomblé nos anos 60, fazendo da mídia e das artes seus grandes aliados. Desde sua chegada ao Rio, em 1946, o município da Baixada Fluminense tornou-se um grande divulgador dos cultos afro-brasileiros, com a popularização de inúmeros terreiros de Candomblé. 
NASCIMENTO: 27 de março de 1914 - Inhambupe, BA, Brasil. 
MORTE: 19 de março de 1971, São Paulo, Brasil. 
CAUSA DA MORTE: Parada cardíaca após cirurgia cerebral.
OBS: Joãozinho da Gomeia morreu em São Paulo, dia 19 de março de 1971, no Hospital das Clínicas (Vila Clementino), durante uma cirurgia para retirada de um tumor cerebral, e após uma parada cardíaca. Foi sepultado em um cemitério de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, num dia em que uma chuva de proporções míticas caiu sobre o Rio de Janeiro, exatamente na hora em que seu ataúde baixava à sepultura. Para os adeptos, uma manifestação de Iansã recebendo seu filho, que culminou com muita gente “virando no santo” em pleno cemitério, a passagem foi relatada na revista O Cruzeiro.

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