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MORTE DE HEINE


NOME: Christian Johann Heinrich Heine (58 anos) 
QUEM FOI: Poeta romântico alemão, conhecido como “o último dos românticos”. Boa parte de sua poesia lírica, especialmente a sua obra de juventude, foi musicada por vários compositores notáveis como Robert Schumann, Franz Schubert, Felix Mendelssohn, Brahms, Hugo Wolf, Richard Wagner e, já no século XX, por José Maria Rocha Fereira, Hans Werner Henze e Lord Berners. Heine trocou a Alemanha por Paris em 1831, onde sofreu influência dos socialistas utópicos, seguidores do conde Saint-Simon, cujo partido político intitula-se, em português, São Simonistas, que pregava um paraíso igualitário baseado na meritocracia. Seus escritos geraram desconforto nas autoridades alemãs e Heine foi tido como um subversivo e sofreu com a censura. Suas obras foram banidas da Alemanha, assim como outros escritos associados ao movimento da Jovem Alemanha de 1835, liderado por Heine. O escritor foi então proibido de voltar a viver em sua terra natal e permaneceu exilado na França. Heine teve uma influência muito maior ao redor do mundo que na própria Alemanha. Na França, sua obra foi aclamada e o escritor chegou a receber uma pensão do governo francês. Também no Japão e China foi admirado e na Europa oriental foi tido com uma das grandes influências na formação de uma literatura nacional, assim como Goethe.
NASCIMENTO: 13 de dezembro de 1797 - Düsseldorf, Alemanha.
MORTE: 17 de fevereiro de 1856 - Paris, França.
CAUSA DA MORTE: Complicações da sífilis.
OBS: Em 1848 Heine adoeceu devido à sífilis e passou a sofrer de paralisia, passando os oito últimos anos de sua vida em um colchão, que chamou de “colchão-cripta”, em alemão: Matratzengruft. Quase cego, Heine morreu em Paris, em 1856.

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