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MORTE DE ALEXANDRE O GRANDE



NOME: Aléxandros (33 anos)
QUEM FOI: Príncipe e rei da Macedônia e um dos três filhos do rei Filipe II e de Olímpia do Épiro – uma fiel mística e ardente do deus grego Dionísio. Alexandre (também chamado de Alexandre Magno) conquistou a maior parte do mundo conhecido em sua época e foi considerado o comandante militar mais bem conhecido da História. Em sua juventude, teve como tutor o filósofo Aristóteles. Tornou-se o rei aos vinte anos, na sequência do assassinato do seu pai. Conta a lenda que a mãe de Alexandre, Olympia, no momento da concepção, sonhou que uma serpente entrou silenciosamente no seu quarto. Insinuando-se entre os cobertores, deslizou entre suas pernas e seus seios, e a possuiu sem machucá-la. E o seu sêmen se misturou com aquele que o marido, o rei Filipe 2º, lhe dera momentos antes de ser vencido pelo sono e pelo vinho. No ano 328 a.C casou-se com Roxana, filha do governante da Bactriana, com quem teve um filho de nome Alexandre 4o. Em 327 a.C. dirigiu suas tropas para a Índia, onde fundou colônias militares e cidades, entre as quais Nicéia e Bucéfala, às margens do Rio Hidaspe. Ao chegar ao Rio Bias, porém, suas tropas, exaustas, se negaram a continuar.
NASCIMENTO: 20 de julho de 356 a.C. Pela, Macedônia.
MORTE: 10 de junho de 323 a.C. na Babilônia
CAUSA DA MORTE: Febre devida a infecção pelo vírus do Nilo Ocidental.
OBS: Ao contrário do que se divulga, a morte de Alexandre não foi causada pela malária, pois as características da saúde do jovem rei, estão muito mais inclinadas para aquilo que foi chamado de Vírus do Nilo Ocidental.


VÍRUS DO NILO OCIDENTAL é uma doença potencialmente letal disseminada pela picada de mosquitos infectados. Na maior parte da América do Norte, ele ocorre principalmente durante o final do verão e início do outono. No inverno, a temperatura é baixa demais e a maioria das espécies de mosquitos não consegue sobreviver. Mas, em climas mais quentes, o vírus pode ser transmitido durante o ano todo.
O vírus do Nilo Ocidental pertence a um grupo de vírus causadores de doenças chamados flavivírus, disseminados por carrapatos e mosquitos. Outros flavivírus incluem a febre amarela, encefalite japonesa e dengue. Os mosquitos contraem o vírus do Nilo Ocidental ao picar pássaros infectados. Sabe-se que mais de 130 espécies diferentes de pássaros já foram infectados com o Nilo Ocidental, e mais de 40 espécies de mosquito podem transportar esse vírus. O vírus circula através da corrente sangüínea do mosquito e entra em suas glândulas salivares. Depois, quando o mosquito pica uma pessoa (ou animal), ele transmite o vírus para sua corrente sangüínea. Uma vez dentro do corpo humano, o vírus do Nilo Ocidental se multiplica e pode cruzar a barreira hemato-encefálica. Essa barreira normalmente impede que bactérias e vírus entrem no cérebro. Mas alguns vírus, incluindo o da herpes, da encefalite eqüina do leste e do Nilo Ocidental, são capazes de cruzar essa barreira.